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[Lugar vigilante...]
Lugar vigilante em seu apanhar de homem-emboscada quando este quer o inimigo. Onde tudo é olho, farol polifêmico, pastores de ovelhas e nuvens, ulisses crimes — para o recomeço de outros fins de história, sob a luminosa máscara do que não esconde. A folha do abscôndito vai de sopro outros querem o apito.
[18.11.2007]
Escrito por Luiz Guerra às 21h45
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